Halloween
Convite digital de Halloween para a turma: quanto custa
Um convite digital de Halloween resolve a logística da turma: link para todos, RSVP na própria página e 29,99 EUR uma vez. A conta antes de imprimir 25 cartões
Send The Joy · 22 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam duas semanas para a festa da turma no museu e o grupo da escola já não se entende: uma mensagem diz que o circo de terror abre às seis, outra garante que é às sete e uma terceira avisa que o ponto de encontro passou para a porta do claustro. No meio da conversa, alguém pergunta pelo convite digital de Halloween e outra pessoa responde que já imprimiu os cartões. Ninguém sabe ao certo quanto ficou aquilo tudo.
Resolve-se hoje mesmo: escolhem um design no catálogo, escrevem os textos, marcam a hora e o mapa e enviam o link. Um convite digital de Halloween custa 29,99 EUR, pagamento único, sem subscrição a renovar depois da festa.
Quanto custa um convite digital de Halloween para a festa da turma no museu
O que se paga é uma página web do evento, não um PDF nem uma imagem. Abre-se com um link ou um QR que colam no grupo das famílias e mostra sempre a versão mais recente. Antes de pagar, dá para testar o design e editar a capa em modo de teste; ao comprar, desbloqueiam-se todas as cenas da celebração.
- O preço é único: 29,99 EUR por convite, sem mensalidade escondida atrás da merenda de sábado.
- Os textos vão por campos — rótulo, nomes, data, frase e lugar —, com contador de caracteres e pré-visualização imediata.
- Cabem até 6 fotos, uma delas como capa, e qualquer uma pode ser trocada depois sem mexer no link.
- Quem recebe não instala aplicação nenhuma: abre no navegador do telefone e responde ali mesmo.
A conta do papel: 25 cartões de circo de terror
Imprimir 25 cartões a cor numa copiadora paga-se por três coisas ao mesmo tempo: papel, impressão e corte. Depois vêm os envelopes e, se houver envio, o selo de cada um. E falta a letra pequena: se o museu muda a hora de entrada, reimprimem-se os 25 e voltam a distribuir-se, porque um cartão impresso não se corrige.
Se querem papel para recordação, a opção sensata é combinar: link para todos e duas ou três cópias impressas para quem as vai guardar na gaveta. O digital serve para circular depressa; o papel, para a memória.

O cartão imprime-se uma vez. O link corrige-se as vezes que forem precisas.
Mudar a hora, o mapa ou o código de vestimenta não custa um selo
Se o museu confirmar outra faixa horária, editam a hora e o link continua igual: ninguém tem de reenviar nada nem avisar as famílias uma a uma. Lugar, mapa, código de vestimenta ou frase mudam-se da mesma forma, e quem abre o link vê a versão atualizada. As confirmações chegam numa lista ordenada dentro da própria página, com as perguntas que o anfitrião escreveu, em vez de se perderem por trinta conversas. É a diferença prática entre convites digitais e uma pilha de cartões amarrotados na mochila.
Por que um convite digital encaixa numa noite no museu
Num museu com escadaria de pedra e um balcão de bilhetes antigo, a família chega, abre o QR à porta e tem ali a hora, o plano e o aviso do disfarce de circo de terror. A página está em 7 idiomas e o conteúdo também se configura por idioma, o que ajuda se na turma houver famílias que leem em inglês, francês ou alemão. Escolham um design no catálogo, escrevam os vossos textos, ponham a capa e enviem hoje mesmo: 29,99 EUR, uma vez, sem reimprimir nada.



