Halloween
Convite digital de Halloween: múmias no terraço
Um convite digital de Halloween resolve o grupo às 20h00 de sexta: hora, terraço e disfarce num link, com as confirmações lá dentro. Pronto no mesmo dia
Send The Joy · 22 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

É sexta-feira, 20h00, e o grupo de WhatsApp da turma já vai em quarenta mensagens. Metade são risos, a outra metade são áudios de sete segundos a dizer «então, é ou não é?». Falta o essencial: quando, onde e o que se veste. Um convite digital de Halloween resolve isso num link só, e podes criá-lo e enviá-lo hoje mesmo a partir do catálogo: escolhes um design, escreves os textos e as fotos e mandas o endereço ao grupo.
O resto é conversa que se apaga. O link fica lá, com a data em grande e as confirmações dentro da própria página. Ninguém tem de instalar nada, e tu não andas a copiar nomes de uma lista para outra.
Convite digital de Halloween que não se enterra no grupo
A mensagem das 20h00 leva três dados e uma ordem. «Múmias do terraço: sábado 31, 19h30, terraço do prédio do Leo. Abram o link e digam-me lá dentro, não aqui.» Sem «olá», sem «apetece-vos?», sem quatro áudios antes do link. E nunca mandes o link sozinho: um endereço solto num grupo de pré-adolescentes lê-se como spam e ninguém abre.
- Escreve a hora e o nome do edifício na primeira linha: «19h30, terraço do número 12».
- Diz o disfarce em concreto: lençol velho, óculos de sol e nada de sustos a sério.
- Testa o link no teu próprio telemóvel antes de o mandar ao grupo, não depois.
- Deixa escrito o que se leva: um saco de gelo e uma coluna, mais nada.
Convites digitais de Halloween por WhatsApp: o que entra na capa
No editor preenche-se um campo por dado: rótulo, nomes, data, frase e lugar. Se o rótulo ocupa meia página, corta-o. «Múmias no terraço» funciona melhor do que «festa de disfarces de Halloween para pré-adolescentes». Há contador de caracteres para não passares do espaço e vês o resultado no momento, sem recarregar nada.
Nas fotos cabem até seis imagens tuas, com uma marcada como capa, e podes trocar qualquer uma mais tarde. A que funciona aqui: o terraço à noite com os fios de luz já pendurados e, na segunda, o grupo do ano passado com os lençóis vestidos. A música e as cenas escolhem-se dentro do convite; do outro lado, o convidado abre o link no navegador do telemóvel e vê a data em grande.

Um link no grupo, a hora em grande e as confirmações lá dentro. O resto é lençol velho e luzes no terraço.
O RSVP vai dentro do convite: acabou o «tu vens?»
As confirmações chegam na mesma página, numa lista ordenada. Nada de vinte respostas soltas no chat, três delas um «lol» que não diz nada. As perguntas do formulário configuram-se: chega uma sobre o disfarce («vens de múmia ou de acompanhante?») e outra sobre a hora de chegada. Se precisares de saber quem leva o quê — quem traz o gelo, quem traz a coluna —, escreve tu a pergunta: fica no formulário e a resposta aparece na lista.
Quanto custa um convite digital de Halloween (e o que se muda depois)
Um convite digital custa 29,99 EUR, pagamento único, sem subscrição. Se o terraço cair ou a hora passar das 19h30 para as 20h00, editas o convite e o link é o mesmo: quem abrir vê a versão atualizada. Não há nada para reimprimir nem para reenviar. Antes de pagar, testa: no modo de teste editas a capa sem custos e, ao comprar, desbloqueias todas as cenas. Abre o editor, escreve o rótulo das múmias e testa a capa grátis. Quando a data estiver firme, publica e manda o link às 20h00 de uma sexta.



