Halloween
Convite digital de Halloween: grátis ou pago na ludoteca
Convite digital: Uma imagem descarregada não diz a hora de recolha nem o nome de cada criança. Um convite digital de Halloween leva tudo isso e as confirmações numa lista — pronto hoje
Send The Joy · 19 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São sete e meia e a porta da ludoteca continua fechada. Cá fora, três pais procuram no telefone uma informação que a imagem recebida não traz: a hora de recolha. Se andas a comparar convites de Halloween grátis ou pagos para uma festa de monstros clássicos numa ludoteca, é aqui que a diferença aparece. Um convite digital de Halloween faz-se e envia-se hoje: escolhes um design no catálogo, escreves os dados e partilhas o link.
A diferença entre uma imagem guardada na galeria e uma página com link próprio nota-se quando é preciso saber quem vem, a que horas e com que nome. É o que está aqui em baixo, sem teoria.
O que um convite digital de Halloween resolve à porta da ludoteca
A imagem descarregada diz «festa de Halloween» e pouco mais. Não tem sítio para a hora de recolha, essa que decide se um pai chega às 19h30 ou às 20h00. E o nome de cada criança desaparece: num grupo de vinte miúdos dos 6 aos 10 anos, duas Matildes e um Duarte com o mesmo casaco transformam a entrada num exame. Os convites digitais resolvem isto de outra maneira: são uma página web que abre em qualquer navegador, sem app para instalar, e os pais confirmam no mesmo sítio onde leram a hora.
- A hora exata de recolha, escrita em números: 19h30, não «por volta das sete».
- O nome de cada criança convidada, para ninguém ter de adivinhar quem é quem à entrada.
- O nome da ludoteca e a rua, para não haver pais a rodar o quarteirão à procura da porta certa.
- Uma frase de monstros clássicos que marque o tom: «traz a tua melhor cara de múmia».
Convites de Halloween grátis ou pagos: o que muda e quanto custa
Um convite digital custa 29,99 EUR por convite — pagamento único, sem subscrição, e o valor é por convite e não por convidado. O link fica ativo e podes editá-lo depois de enviado: mudar a hora, o lugar, o mapa ou uma frase não obriga a reenviar nada, porque quem abre vê sempre a versão atual. A versão grátis paga-se em tempo: reenviar a imagem, perguntar um a um «vens?» e apontar nomes num papel dobrado no bolso.
Se queres papel para os avós, a solução sensata é combinar as duas coisas: link para todos e duas ou três cópias impressas para quem as vai guardar. A nossa é digital e não imprime nem envia nada — o que também quer dizer que ninguém fica à espera do carteiro.

Uma imagem grátis não sabe o nome de cada criança. Um convite digital sabe — e mostra-o a quem está à porta.
Como criar um convite digital de Halloween numa tarde
Escolhes um design filtrando por estilo, testas de graça a editar a capa e, ao comprar, desbloqueias todas as cenas do convite. No editor escreves rótulo, nomes, data, frase e lugar em campos separados, com contador de caracteres e pré-visualização ao momento. Podes usar até 6 fotos tuas — a abóbora esculpida na mesa, o bolo de aranha, o canto das abóboras à entrada —, encaixam-se sozinhas na moldura e escolhes qual vai na capa. Se a festa é numa ludoteca, escreve o nome da sala e a rua no campo do lugar. Publicas com um botão e as confirmações chegam numa lista dentro da própria página, com as perguntas que tu escreveres. Se depois mudares a hora de recolha, editas e o mesmo link mostra a versão nova. O próximo passo está no catálogo.



