Halloween
Convite digital de Halloween: quanto custa para 14 crianças
Um convite digital de Halloween custa 29,99 € por convite, não por criança: convides 14 ou 20, pagas o mesmo. Isto é o que inclui e como se envia hoje
Send The Joy · 17 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

São oito da noite de uma quinta-feira e o grupo dos pais da turma do 3.º ano tem 14 nomes e três perguntas por responder: a que horas é, em que casa é, e quanto custa um convite digital de Halloween. A última resolve-se em dois minutos. Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 € por convite, e podes criá-lo e enviá-lo hoje mesmo a partir do catálogo, sem papel e sem esperar pela gráfica.
O preço é por convite, não por criança. Convidas 14 miúdos do bairro ou os 20 da escola e pagas o mesmo. É a conta que interessa a quem organiza um lanche em casa: o bolo, as abóboras no portal, os copos de plástico — e um link que trata do resto.
Quanto custa um convite digital de Halloween para um lanche com crianças
29,99 €, pagamento único, sem subscrição nem mensalidade. Não se cobra por convidado nem por cena: escolhes um design da coleção, escreves os textos e sobes as fotos no editor do navegador, e publicas com um botão. Se depois quiseres reutilizar o link para mostrar como correu, não pagas outra vez.
- A conta faz-se sobre o convite, não sobre a mesa: 29,99 € divididos por 14 crianças dá pouco mais de 2 € por cabeça; com 20 convidados, menos ainda.
- Não há papel, envelopes nem portes de envio: o convite é uma página web própria com o seu link, que se partilha por WhatsApp ou com um QR colado no frigorífico.
- Abre-se no navegador do telemóvel ou do tablet, sem instalar nada; os pais confirmam a partir do link, no meio de outras dez conversas.
- Podes testar o design antes de comprar: no modo de teste editas a capa sem pagar e só desbloqueias todas as cenas quando compras o convite.
As fotos que já tens no telefone também entram no preço
Dá para subir até 6 fotos tuas: o grupo mascarado na sala, a abóbora esculpida no ano passado, uma fatia de bolo com velas laranja. Marcas qual é a foto de capa e as outras ficam como decoração das cenas. Encaixam-se sozinhas na moldura, sem recortes à mão.
Qualquer foto pode ser trocada depois de enviares o link. Se aparecer uma melhor do campainha à meia-noite, substituis e os convidados veem a versão nova. Ninguém recebe um segundo convite nem tem de procurar o antigo.

O preço é por convite: 14 crianças ou 20, o link é o mesmo e a conta não muda.
O que não se paga (e o que não existe)
Os convidados não instalam aplicação nenhuma. Abrem o link no navegador e confirmam dali. As respostas caem dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e as perguntas do formulário de confirmação és tu que as escreves: se precisares de saber quem fica para o jantar ou quem sai mais cedo, perguntas isso mesmo no campo que criaste.
Também não há lembretes automáticos a quem não respondeu, nem controlo de lugares. Se alguém da família fizer questão de papel, a solução sensata é combinar: link para todos e duas ou três cópias impressas para os avós.
Mudar a hora para as onze não custa um cêntimo
Editas depois de enviar e o link continua a ser o mesmo. O lanche passa das cinco para as seis? Muda-se no editor, com pré-visualização ao momento, e ninguém tem de reenviar nada nem reimprimir um envelope. O mesmo vale para o lugar, o mapa, o código de vestimenta ou a frase do rótulo.
O texto também se configura por idioma: se na festa houver uma família inglesa ou francesa, o convite lê-se na língua deles sem fazeres duas versões.
Falta a parte fácil: escolher o design, escrever a hora e a rua no campo certo, pôr a foto da abóbora e carregar em publicar. Manda primeiro o link para o teu próprio telefone, vê se abre bem, e só depois é que o atiras ao grupo. A porta que range, as abóboras no portal e a hora exata ficam num link só — é isso que os pais precisam de ver antes de responder.



