Halloween
Convite digital de Halloween: grátis ou pago para a turma?
Convite digital de Halloween para a turma da escola: comparamos o grátis e o pago, o que muda quando o ginásio troca a hora e porque o link resolve reenvios
Send The Joy · 21 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

É sexta-feira, dez da noite, e o cartaz da festa continua na galeria do telemóvel: um JPG que já passou por três grupos de pais, com a hora quase apagada. A festa de bruxas é no ginásio da escola, a turma está toda convidada e amanhã alguém vai voltar a perguntar a que horas é a entrada. Um convite digital resolve isto hoje: escolhes um design no catálogo, escreves os dados da festa, testas grátis e envias o link na mesma noite.
A escolha não é entre bonito e feio. É entre um link que podes corrigir e um ficheiro que fica a circular em versões antigas.
Grátis: o modelo que se imprime no domingo às onze
O modelo gratuito aparece sempre à última hora. Descarrega-se no domingo de manhã, leva-se à papelaria do bairro e volta para casa em folhas que se amarrotam dentro da mochila antes de chegarem ao ginásio. Mandar o cartaz em JPG para o grupo de pais funciona até entrar alguém novo, o ficheiro é comprimido e a data fica desfocada justo onde dizia 17h00. Se o pavilhão mudar a hora, reenvias a imagem e ficas a depender de que ninguém abra a versão antiga da conversa.
- Impressão em casa à pressa: tinteiro a meio e a abóbora do canto a sair cor de laranja desmaiado.
- Quarenta mensagens para confirmar quem vai — e no meio da conversa perde-se a hora de entrada.
- Duas versões do cartaz a circular ao mesmo tempo: a de antes e a de depois da mudança de hora.
- Contar confirmações com o dedo no ecrã e mesmo assim ficar sem saber quem aparece.
Convite digital para a festa de bruxas: quanto custa e o que muda no link
Na Send The Joy, um convite digital custa 29,99 €, pagamento único e sem subscrição. Não é um PDF: é uma página web da tua festa, que abre no telemóvel de qualquer convidado sem instalar nada. Podes experimentar grátis — no modo de teste editas a capa e só ao comprar desbloqueias todas as cenas do convite.
Depois de enviado, o link continua a ser o mesmo. Mudar a hora, o portão de entrada, o mapa ou o código de vestuário não obriga a reenviar nada: quem abrir o link vê a versão atualizada. É a diferença prática entre convites digitais e cartazes em papel — não há segunda tiragem nem folha antiga colada no vidro do pavilhão.

Não precisas de um cartaz mais bonito. Precisas de que vinte e cinco famílias abram a versão certa, à hora certa.
Ginásio, portão do pátio e meias: o que o convite tem de dizer
O porteiro fecha às 20h30 e há que sair antes de ele apagar as luzes: a hora no convite tem de ser a real, não a que escreveste no primeiro dia. Escreve “entrada pelo portão do pátio, não pela porta principal” — é o dado que se perde sempre entre quarenta mensagens. Um código de vestuário simples, preto e laranja e sem máscaras que tapem a cara, corrige-se no convite digital num minuto e sem reimprimir folhas.
Alternativas ao papel: confirmações dentro do link e a conta das horas
As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada: sabes quem vem sem perseguir ninguém pelo grupo de pais. As perguntas do formulário configuram-se à medida e és tu que as escreves — se precisares de saber quem fica para ajudar a arrumar o pavilhão, perguntas isso na confirmação. Também podes juntar até 6 fotos tuas (a abóbora esculpida no portal, o cartaz à entrada do ginásio) e música: o convite abre como uma cena com umbral, não como um papel colado à porta.
Faz a conta em horas, não em euros. Se vais avisar mais de vinte famílias e prevês pelo menos uma mudança de hora ou de sítio, o convite de 29,99 € paga-se em mensagens, reenvios e cópias repetidas. Se é um lanche de oito crianças na sala de casa e nada vai mudar, o modelo grátis cumpre bem. E há a opção honesta do meio: link para todos e três ou quatro cópias impressas para quem quiser guardar o convite.
Faltam três dias para a festa de bruxas no ginásio e ainda tens dezenas de famílias para avisar. Escolhe o design, escreve os textos da tua festa, vê a pré-visualização no telemóvel de outro adulto e publica o link: a porta que range já tem quem a abra.



