Halloween
Convite digital de Halloween ou 28 cartões na mochila
Comparamos o convite digital de Halloween para a turma da escola com os 28 cartões de papel que se perdem na mochila. No fim sabes o que distribuir e o que guardar
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Sexta-feira, 17h15, à porta da escola. A turma foi ao museu e o lanche de Halloween é no jardim. São 28 crianças, 28 cartões na mochila e uma dúvida que ninguém resolve: o lanche é às 16h30 ou às 17h? Esta é a comparação entre convites digitais de Halloween e cartões de papel para a turma da escola. Um convite digital podes criar e enviar hoje mesmo a partir do catálogo — abre-se no navegador, sem instalar nada.
O problema não é o Halloween. É o papel: chega amassado ao fundo da mochila, falta sempre uma cópia e a hora muda. Um cartão impresso não tem como avisar ninguém de que a hora mudou.
Convites digitais de Halloween frente a cartões de papel na turma da escola
Com papel há que contar cabeças antes de imprimir. Se na sexta aparece um aluno novo, ou um irmão que também vem, faltam cópias e alguém fica com um cartão escrito a caneta nas costas de um recibo. E se o museu atrasa a saída, muda a hora do lanche: reimprimir, distribuir outra vez e avisar no grupo de WhatsApp dos pais de que o cartão antigo já não vale.
- A hora e o ponto de encontro em campos separados, com contador de caracteres para a frase não ficar cortada a meio.
- Até 6 fotos vossas — as máscaras do ano passado, a abóbora do átrio — encaixadas sozinhas no molde; escolhes qual fica na capa.
- Um só link, ou um QR para quem gosta de apontar o telemóvel, para as 28 famílias da turma: abre no navegador, sem app.
- Música e as cenas que quiseres, com textos teus: o mistério começa antes de o portão da escola se abrir.
O convite digital de Halloween é uma página, não um PDF
Cada família abre o link no telemóvel, no átrio, com o casaco ainda na mão. Não há ficheiro para descarregar: é uma página da festa, com o nome da turma, a data, a frase que só vocês usam e o lugar. No editor escreves campo a campo, vês o resultado ao momento e marcas qual das fotos é a da capa; se trocares de ideias, substituis a imagem e o link fica na mesma.
Na quinta-feira à noite decidem que o lanche é no pátio e não no jardim. Editas o lugar, gravas, e quem abrir o link a partir daí vê a versão nova. Ninguém reenvia envelopes nem tem de fingir que a hora antiga ainda serve. É a diferença prática entre um cartão e um endereço que continua vivo.

Vinte e oito cartões perdem-se na mochila. Um link fica onde o deixaste, com a hora certa.
Quanto custa um convite digital de Halloween: 29,99 EUR, uma vez
O preço é 29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição. Entram as cenas, as fotos e as confirmações, não um cartão por criança. Antes de pagar podes testar: no modo de prova editas a capa e vês como fica o link; só ao comprar é que todas as cenas abrem. Põe a tarde de envelopes ao lado — impressão, envelopes, selos e a entrega à porta da escola numa terça às 17h15 — e decides com números à frente.
As confirmações chegam à mesma página
As respostas ficam dentro do próprio convite, numa lista ordenada. Sem nomes numa libreta que depois não aparece e sem cadeia de mensagens no grupo dos pais. Podes escrever as perguntas que precisas — se cada criança leva fato de Halloween, por exemplo, ou se vem um irmão — e as confirmações juntam-se nessa lista, no mesmo sítio do link que enviaram.
Se a turma vai ao museu e o lanche de Halloween se decide num grupo de WhatsApp, um convite digital deixa o link vivo e as confirmações no lugar. Começa pela capa no Send The Joy, vê como fica antes de pagar e publica quando o átrio já tiver abóboras.



