Halloween
Convite digital de Halloween: quanto custa de verdade
Convite digital de Halloween por 29,99 EUR, pago uma só vez, para 8 ou 30 convidados: o que entra no preço, o que fica de fora e como enviar hoje o link da ceia
Send The Joy · 22 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

A porta range, as calabazas já estão no portal e falta combinar uma coisa: a que horas é a ceia. Faltam três semanas para o Halloween e a mesa vai ser no salão do museu, com os avós de um lado e os netos do outro. O grupo da família tem mensagens a mais e respostas a menos. É aqui que entra o convite digital: escolhes um design no catálogo, escreves os dados da tua noite e envias o link hoje mesmo, sem passar por uma gráfica.
A dúvida que trava a compra é quase sempre a mesma: quanto custa. Um convite digital da Send The Joy custa 29,99 EUR por convite, pago uma única vez e sem subscrição, chegue a 8 pessoas ou a 30. O que vem a seguir é o que entra nesse valor e o que não entra, para decidires sem surpresas.
O que entra nos 29,99 EUR de um convite digital de Halloween
O preço é por convite, não por convidado. A mesma página, partilhada por link, QR ou mensagem, serve para oito netos e para trinta primos, e paga-se uma vez. Recebes uma página web própria do evento: cenas encadeadas, campos de texto para o rótulo, os nomes, a data, a frase e o local, até 6 fotos tuas, música e as perguntas de confirmação que tu configurares.
- Sem papel, sem envelopes e sem selos: não há gráfica, nem reenvio, nem segunda tiragem quando a ceia passa das oito para as onze.
- Até 6 fotos próprias, com uma marcada como portada e a possibilidade de trocar qualquer uma mais tarde.
- Cenas encadeadas com música: a calabaza do portal pode ser a portada e a mesa com velas conta o resto.
- As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, com as perguntas que escreveres.
Quanto custa um convite digital de Halloween: o preço não se multiplica
Se no fim se sentarem oito pessoas à mesa do museu ou trinta no corredor de casa, o valor não muda. Não há taxa por cabeça nem mensalidade. E o convite não fica fechado: se a sobremesa passar para as onze, ou se o acesso ao museu mudar de porta, editas no editor e o link continua o mesmo. Quem abrir vê a versão atualizada.
Os avós não instalam nada. Abrem o link no navegador do telemóvel ou da tablet e confirmam. O neto faz o mesmo em dois toques, no meio do grupo da família. Ninguém tem de andar a perseguir respostas.

Pagas uma vez por convite. A hora, o local e a frase mudam-se no editor, sem reimprimir nada e sem enviar envelopes outra vez.
As melhores alternativas ao papel: convites digitais para uma ceia de esqueletos com avós e netos
Um cartão de papel não tem culpa nenhuma, mas não se corrige. Se a portada diz oito da noite e a ceia começa às onze, alguém acaba com um post-it colado à porta. No convite digital, o código de vestimenta — esqueleto elegante, com sapatos confortáveis para as salas do museu — altera-se e o link enviado na semana passada continua a funcionar.
Se algum avô quiser o papel no frigorífico, a solução sensata é combinar: link para todos e duas ou três cópias impressas para quem as vai guardar. E se houver primos a ler noutro país, o convite está disponível em sete idiomas, do português ao alemão.
Alergias, menus e «quem leva a abóbora» resolvem-se no texto
O formulário de confirmação não trata de alergias, de menus nem de boleias, e ninguém precisa que trate. Resolve-se como sempre: uma nota no texto do convite — «trazes algo para partilhar? diz-nos na confirmação» — e uma pergunta escrita por ti no RSVP. As respostas aparecem na mesma lista, ao lado dos nomes, e não se perdem em conversas paralelas.
A porta já range e as calabazas estão no portal: falta o convite que conta a noite. Escolhe um design no catálogo, experimenta a portada antes de pagar e publica com um botão. Aos avós mandas o link. Aos netos, o QR.



