Halloween
Convite digital de Halloween: bonecos na passagem do terror
Um convite digital de Halloween não se lê: atravessa-se. Que textos escrever, que foto usar na capa e como confirmar sem perseguir ninguém no WhatsApp
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São onze da noite e o link abre com uma fotografia tirada no portal: abóboras na escada, uma cortina escura no vão da porta e três bonecos sentados numa cadeira de verga. É assim que se combina uma festa de bonecos numa passagem do terror com a turma do secundário — e é exatamente para isto que serve um convite digital: uma página do evento que abre no telemóvel e diz onde é, a que horas e o que vestir, sem revelar o que está lá dentro. No catálogo escolhes um modelo, escreves os teus textos, metes as tuas fotos e envias o link hoje mesmo, por 29,99 EUR, pagamento único.
O que vem a seguir são modelos de convites digitais de Halloween pensados para uma coisa concreta: levar alguém até à tua porta e fazê-lo subir os degraus. Nada de mais.
O convite digital de Halloween atravessa-se, não se lê
A passagem do terror começa antes de se tocar à campainha. Se o link abre com bonecos amontoados no corredor, o convidado já entrou antes de sair de casa. Um rótulo curto resolve o resto: «Casa de Bonecos · Rua X · 31 de outubro · 22:00» lê-se de relance, com o casaco meio vestido e a luz do portal acesa. As cenas encadeadas organizam o que se descobre ao abrir o link; o percurso lá dentro fica em segredo até cruzarem a soleira.
- O nome de código da festa e a morada exata, com número de porta e andar.
- A hora do ponto de encontro na rua e, à parte, a hora de entrada na passagem.
- Uma foto vertical da fachada decorada, tirada de noite e sem ninguém reconhecível no enquadramento.
- A pergunta de confirmação: quantos vêm e de que boneco se vão disfarçar.
Que textos e que foto usar nos modelos de convites digitais de Halloween
Rótulo: o nome de código, por exemplo «A Passagem dos Bonecos», em vez de «Festa de Halloween», que a data do calendário já diz. Frase: uma linha com humor, do tipo «Vem disfarçado de boneco; se ficares quieto, confundimos-te com a decoração». Data, hora e lugar: a morada certa e a hora do ponto de encontro, quinze minutos antes da entrada, não a hora do primeiro susto.
Na capa, a fachada decorada de noite: abóboras talhadas na escada e teias de algodão no aro da porta. Ninguém vê corredores nem a ordem das salas. Dá para juntar até seis fotos — três ou quatro de bonecos antigos, velas e tecidos escuros, feitas na sala com o telemóvel e luz quente — e trocar qualquer uma mais tarde, incluindo a da capa. Regra de ouro: zero fotos do interior do percurso. O que se mostra é a porta; o que se descobre, descobre-se ao entrar.

Se o convidado já sabe o que há atrás da porta, a primeira sala perde a graça. Mostra a fachada, guarda o resto.
Quanto custa um convite digital de Halloween
29,99 EUR, pagamento único, sem subscrição. Podes editar a capa em modo de teste sem pagar e só desbloqueias todas as cenas da invitación quando compras. Se a hora do ponto de encontro mudar, editas e o link continua o mesmo: ninguém tem de reenviar nada. As confirmações ficam dentro da própria página, numa lista ordenada, com as perguntas que tu escreveres. Os convidados abrem no navegador, sem instalar nada.
Se já tens a fachada decorada e a hora combinada, falta pouco: escolhe um modelo, escreve o nome de código e publica o link esta noite. A passagem descobre-se ao cruzar a soleira; ao convite basta levar-te até lá.



