Casamentos
Convite digital para casamento na ilha: 5 decisões
Convite digital: Um casamento na ilha perde-se no barco, no mapa e no dress code. Um convite digital organiza as cinco decisões que evitam convidados atrasados e saltos altos na madeira
Send The Joy · 27 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São 11:20 e o barco das 11:40 já está a carregar. Metade dos convidados ainda não sabe se é esse ou o das 12:10, e o telefone dos noivos começa a tocar. Num casamento na ilha, o que falha é quase sempre a mesma coisa: a hora da travessia, o nome do cais, o ponto certo no mapa. Um convite digital resolve isso num link que se abre no telefone — e pode ser criado e enviado hoje mesmo, a partir do catálogo.
Não é uma questão de estética. Quem apanha o barco certo e sabe o que calçar aproveita o dia; quem fica a olhar para dois horários num papel não. Estas são as cinco decisões que vale a pena fechar antes de escolher a tipografia.
O convite digital do casamento na ilha começa no barco
A primeira decisão não é visual. A hora entra como dado, não como enfeite: «saída às 11:40 do Cais Velho, último barco às 20:15». Quem hesita entre duas partidas olha para o link e não liga a ninguém. E o nome do cais tem de ser copiado do bilhete, palavra por palavra — «Cais de Levante», não «a praia da calheta». Quem procura no mapa precisa do texto exato.
- Hora da saída copiada do bilhete do barco, sem arredondamentos.
- Nome do cais tal como aparece no bilhete, mais o ponto do mapa revisto antes de publicar.
- Uma linha a dizer onde há cobertura e wifi do hotel.
- O horário do último barco de regresso, para ninguém ficar a dançar no cais.
Dress code: o que os convites digitais têm de dizer
Tacão fino e tábuas de madeira não se dão bem. Escrevam «sandálias rasas ou de cunha larga» e poupam-se as mensagens da véspera a perguntar se é preciso atravessar areia. Digam também o que as fotografias não mostram: o vento às 19:00, o orvalho na relva, se o jantar é sobre pedra. Um «levem uma camada fina» evita que meia mesa se levante para ir buscar o casaco.
E nomeiem as cores que resultam de dia numa ilha — linho, cru, verde-sálvia — e a que fica negra em todas as fotos do pôr do sol. Cabe numa linha da própria página, sem anexos.

Num casamento na ilha, o convidado não precisa de mais romance. Precisa de saber que barco apanhar.
Quanto custa um convite digital de casamento na ilha
Uma página com barco, mapa, dress code e confirmações custa 29,99 EUR, pagamento único e sem subscrição. Escolham o design na coleção, testem a capa de graça e publiquem com um botão quando o texto estiver certo. Na mesma página entram até seis fotos vossas — uma vertical da ilha como capa, o barco ou o farol como decoração — e a música que toca quando o convidado abre o link. Se o barco mudar de hora, editam e o link é o mesmo: ninguém tem de procurar a mensagem antiga num grupo de sessenta pessoas. As confirmações ficam numa lista ordenada dentro do próprio convite. E há uma parte que convém dizer: isto é digital, não imprime nem envia papel; os convidados precisam de um telefone, tablet ou computador com internet. Se alguém quiser guardar o convite numa gaveta, imprimam duas ou três cópias à parte.



