Casamentos
Convite digital de casamento: o menu pergunta-se uma vez
O convite digital de casamento com menu põe os pratos, as alergias e a hora da ceia numa só página. Escolhe o design, edita e publica hoje por 29,99 EUR
Send The Joy · 30 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São onze da noite e o grupo da família volta à carga: «ó, o menu é peixe ou carne?». Já respondeste três vezes, sempre com a mesma frase. O problema não é o menu — é onde ele está escrito. Num convite digital de casamento com menu, os três pratos, a linha das alergias e a hora da ceia ficam na mesma página do resto da celebração. Podes criar o teu hoje mesmo a partir do catálogo: escolhes um design, escreves os textos e publicas o link.
Não é um formulário. É uma frase clara, uma data e um nome para responder. As três decisões seguintes evitam as mensagens das onze da noite — e poupam-te a explicar o mesmo menu cinco vezes.
Convite digital de casamento com menu: três pratos, uma pergunta
O menu escreve-se como se fosse dito em voz alta. «Pescada no forno com batata a murro», «lombo de vaca mal passado», «beringela assada com tahine». Se escreveres «opção A» e «opção B», cada convidado tem de perguntar o que está por trás — e essa pergunta chega-te ao telefone à hora do jantar. No formulário de confirmação vale a mesma regra: poucas perguntas, escritas em português de gente. A ceia é uma cena do convite, como o umbral ou o último baile: tem os mesmos textos editáveis e pode levar uma foto vossa.
- Três pratos com o nome real e, numa linha, o que levam.
- A data-limite para responder e o que acontece a quem não responder.
- Uma linha para alergias, com o nome de quem lê essas mensagens.
- A hora do aperitivo e a hora da ceia sentada, no mesmo bloco.
As alergias avisam-se antes de te sentares à mesa
Uma linha chega: «tens alguma coisa que não possas comer? escreve para a Marta até 15 de junho». Curto, com nome e com data. Uma lista de vinte alergénios em linguagem técnica só faz o convidado fechar a página e decidir que come o que houver. A pergunta certa é aquela que a pessoa consegue responder em duas linhas, do telefone, sem ir procurar o rótulo de nada.
Separa o que é sério do que é preferência. Alergia e intolerância pedem atenção; o «não gosto de coentros» resolve-se à mesa, com quem serve. Misturar as duas coisas transforma o convite num relatório médico, e ninguém responde a relatórios.

O menu não é um teste: é uma frase clara, uma data e um nome para responder.
Etiqueta do menu: hora, dress code e ceia longa
O código de vestimenta lê-se melhor ao lado do menu: «cóctel no jardim às 19h00, ceia sentada às 21h00» evita o «vou de longo?» de véspera. Se a ceia é na relva ou em gravilha, diz: salto alto e chão solto não combinam. Conta a noite por ordem, do aperitivo ao último baile, para que ninguém tenha de perguntar a que horas se come. E se há menu infantil ou bar aberto, escreve isso com a mesma naturalidade com que o dirias em pessoa: o que não está escrito pergunta-se três vezes, e uma delas no grupo da família.
Convites digitais de casamento: quanto custa e o que está incluído
Na Send The Joy, um convite digital custa 29,99 EUR, em pagamento único e sem subscrição. Podes testar o design de graça e editar a capa sem pagar; ao comprar, desbloqueias todas as cenas e até seis fotos tuas. As perguntas do formulário de confirmação configuram-se no editor e as respostas chegam numa lista ordenada dentro do próprio convite — não andas a perseguir ninguém por WhatsApp. Se o restaurante mudar o menu ou a hora, editas e o link é o mesmo: não há nada para reenviar. Escolhe um design, escreve os três pratos e publica hoje.



