Casamentos
Convite digital para casamento em streaming: abre o link
Um convite digital abre a cerimónia a quem não pode viajar: hora com fuso, fotos, música e RSVP na mesma página. Cria o convite hoje a partir do catálogo
Send The Joy · 9 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

O link do casamento aparece sozinho no grupo da família, sem hora e sem contexto: 'é amanhã'. Quem está longe clica e fica a olhar para o telefone sem saber se a cerimónia já começou ou se está no sítio errado. Quando o casamento é transmitido em streaming, isso resolve-se antes de acontecer: um convite digital abre-se como uma cena, com a data e a hora do ao vivo à frente de tudo. Podem criar o convite hoje mesmo, a partir do catálogo, e enviar o mesmo link a quem está na sala e a quem vê de casa.
Não é preciso instalar nada. O convidado abre o link no navegador do telefone, do tablet ou do computador — e vocês publicam com um botão quando estiver como queriam.
Casamento em streaming: o convite digital é a porta
Um link solto lê-se como um recado. Um convite digital lê-se como uma entrada: primeiro o rótulo e os nomes, depois a data, a hora e uma frase que diz o que vai acontecer a seguir. Quem não pode viajar não precisa de promessas de fotos para depois — precisa de saber quando começa, onde olhar e que a presença dele conta na mesma. Cada cena é vossa: 'Limiar de cal' pode abrir com a data e a hora do ao vivo logo na primeira página, para ninguém ter de procurar esse dado numa mensagem antiga.
- A hora com o fuso sempre colada: '18:00, hora de Lisboa', visível logo na primeira página.
- Um rótulo que separe 'cerimónia ao vivo' de 'festa presencial', para ninguém confundir as duas coisas.
- Uma foto de capa que o convidado reconheça assim que abre o link — são até 6 fotos, com uma marcada como capa.
- Uma frase curta a explicar porque é que o casamento vai ser transmitido, e uma última página com o formulário de confirmação.
Uma hora sem fuso horário perde convidados
Escrevam 'cerimónia ao vivo, 18:00, hora de Lisboa' no campo de texto e deixam de responder um a um a quem pergunta a que horas é do lado dele. O contador de caracteres do editor serve para isso: para a linha da hora e do lugar caber inteira no telefone, sem se cortar a meio.
Vale a pena repetir a hora em dois sítios diferentes, na capa e na cena da cerimónia, em vez de mandar cinco mensagens a corrigir.

Um link diz onde clicar. Um convite digital diz que lugar ocupas, mesmo a mil quilómetros da mesa.
O RSVP também serve para quem vê de casa
As confirmações chegam dentro da mesma página, numa lista organizada, em vez de se perderem numa conversa com trinta mensagens. As perguntas do formulário são configuráveis, por isso podem perguntar se o convidado estará na sala ou se vai seguir a cerimónia ao vivo. Ele responde do telefone em dois toques, sem registo e sem instalar nada.
Página própria ou PDF: o que muda no imprevisto
Um PDF fica parado: se a cerimónia atrasar ou o local de transmissão mudar, têm de o refazer e voltar a enviar. Uma página própria aguenta melhor o imprevisto, porque editam e o link continua o mesmo. A música de fundo também trabalha por vocês: enquanto o vídeo não arranca, o convidado já está dentro. E vale ser honesto — se alguém quiser papel, o sensato é mandar o link a todos e imprimir umas quantas cópias para quem as vá guardar.
Se vão transmitir o casamento, tratem o link com o mesmo cuidado da mesa do bolo: comecem pelo convite digital, criem o convite a partir da coleção e provem-no grátis antes de pagar — no modo de teste editam a capa sem custos e, ao comprar, desbloqueiam todas as cenas. Publicam com um botão, 29,99 € por convite, num pagamento único, e o mesmo link serve para quem está na sala e para quem vê de casa.



