Casamentos
Convite digital de casamento em Lisboa: onde encomendar
Convite digital de casamento em Lisboa: onde se cobram extras, o que testar antes de comprar e como mudar a hora, o mapa ou o dress code sem reenviar nada
Send The Joy · 16 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

São onze da noite e a Joana manda uma mensagem ao Miguel: o jantar passou para as 19h30. Faltam três semanas. Com convites de papel, isso é uma tarde ao telefone a avisar convidados um a um — e um envelope que já não serve. Com um convite digital de casamento, abrem o editor, mudam o campo da hora e o link que já está nos grupos mostra logo a versão certa. Por isso, quando alguém procura onde encomendar em Lisboa, a pergunta já não é só o preço: é o que acontece depois de enviar.
Antes de decidir, montem a capa no catálogo com os nomes reais e vejam como fica, sem pagar. Só na compra se desbloqueiam todas as cenas do convite. A partir daí, publicam com um botão e as respostas começam a chegar.
Onde encomendar convites digitais de casamento em Lisboa sem pagar extras
Em Lisboa, muitos orçamentos parecem baratos na capa e ficam caros no fim: a prova, o envio de uma amostra e cada correção de texto aparecem como linha separada na fatura. Antes de decidir, peçam o desglose por escrito e somem tudo — o que interessa é o total final, não o número da montra. Um convite digital de casamento a 29,99 € é pagamento único, sem subscrição e sem envelopes para enviar.
- Perguntem se a prova, o envio e cada alteração de texto estão incluídos ou se são cobrados à parte.
- Peçam para ver o convite aberto num telemóvel, não apenas uma fotografia do design no catálogo.
- Confirmem se o link se pode editar depois de enviado e se continua a ser o mesmo.
- Verifiquem se as confirmações chegam a uma lista própria ou ficam em respostas soltas no WhatsApp.
O convite digital que se muda sozinho: da hora ao código de vestuário
Se a três semanas o jantar muda de hora, editam o campo no editor do navegador e o link continua o mesmo. Ninguém recebe um segundo envelope nem uma mensagem a repetir que a hora mudou.
O mapa também se corrige: mudam o endereço da Quinta da Bacalhoa, em Azeitão, e quem abriu o link em março vê o novo quando o voltar a abrir na véspera. As fotografias substituem-se depois — até seis, com a capa marcada à parte — e encaixam-se sozinhas na moldura, sem tocar no link que já foi enviado.

Publicam uma vez, editam quando for preciso e o link nunca muda.
Confirmações dentro do convite, sem correr atrás de ninguém
As confirmações chegam a uma lista ordenada dentro do próprio convite: abrem o link e veem quem vai. As perguntas do formulário configuram-se antes de publicar. Quem responde do computador do trabalho e quem responde do telemóvel no metro veem a mesma versão — não há aplicação para instalar, só um link ou um QR.
Quanto custa um convite digital de casamento e o que testar antes de pagar
O convite da Send The Joy publica-se por 29,99 €, pagamento único e sem subscrição: cenas encadeadas, música, os vossos textos e até seis fotografias próprias. Antes de pagar, testem a capa grátis com os nomes reais — se “Joana e Miguel” não encaixa no rótulo escolhido, é melhor descobri-lo agora —, escrevam o mesmo texto em português e em inglês dentro do editor, porque o conteúdo pode ser configurado por idioma, e vejam o contador de caracteres quando escrevem o nome completo da quinta: o nome entra, uma frase de três linhas não. Depois, publicam e partilham o link. Se alguém da família quiser algo que guardar numa gaveta, imprimem uma cópia para essa pessoa; o resto recebe o link.



