Casamentos
Convite digital de casamento para convidados mais velhos
Um convite digital de casamento para convidados mais velhos lê-se melhor quando o desenhas para o pior caso: o telemóvel de 5 polegadas da tua tia. Podes criá-lo hoje
Send The Joy · 29 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

A tua tia pega no telemóvel, estica o braço até onde consegue e inclina a cabeça. Está na cozinha, com a luz do fim da tarde a bater na bancada, e o dourado sobre creme desapareceu. Não é falta de vontade de saber a hora: é a letra. Os convites digitais de casamento para convidados mais velhos resolvem-se antes de escolher o laço bonito — com tamanho, contraste e um botão largo. Podes criar e enviar o teu convite digital hoje mesmo a partir do catálogo: escolhes o design, editas a capa e envias.
Não há aplicação para instalar nem PDF para descarregar. O convidado abre um link no navegador que já tem no bolso e confirma dali. Do teu lado, é escolher o design, escrever os dados e rever tudo no editor.
Convite digital de casamento para convidados mais velhos: a letra primeiro
A hora, o sítio e o nome da quinta têm de se ler com o telemóvel apoiado na mesa. O tamanho grande é para o rótulo e para os nomes de vocês; o resto vem por baixo, em degraus. Quando a data, a morada e o horário pesam todos o mesmo, o convidado não sabe o que ler primeiro e desiste a meio.
- Lê o texto no telemóvel mais antigo da casa, apoia-o na mesa e afasta-te um braço. Se hesitares, sobe dois pontos ao tamanho.
- Dá ordem: nomes dos noivos em grande, data em médio, morada em pequeno.
- Guarda a cursiva para uma frase curta. Na morada e na hora, letra direita.
- Nada de maiúsculas muito espaçadas no corpo do texto: no ecrã viram um fio.
Como criar convites digitais de casamento que se leiam bem no telemóvel
Um cinzento-escuro sobre branco lê-se. Um dourado claro sobre creme, à luz de uma cozinha, desaparece. O contraste vem antes da paleta: primeiro o que se vê, depois o que combina com as flores e com o vestido.
Se usarem uma foto vossa no fundo, deixem uma zona calma atrás do texto ou mudem o enquadramento. A cara de um convidado por trás da data estraga a leitura toda. E atenção às cursivas finas: no ecrã do computador ficam elegantes, num telemóvel de 5 polegadas viram um risco.
O papel que ainda faz sentido: dez cópias impressas e um link
Se a tua tia quer o convite na mão, imprime tu umas poucas cópias para quem as vai guardar na gaveta. O link faz o resto: informa, atualiza-se e recolhe as respostas. O convite é uma página com cenas encadeadas que podes editar depois de enviar, com até 6 fotos vossas que se encaixam sozinhas no molde e se substituem quando quiseres. Mete uma foto recente na capa: a de há quinze anos confunde mais do que emociona quando alguém tenta reconhecer-vos.

Se a tua tia tem de aproximar o telemóvel dos olhos, o problema não é dela: é do tamanho da letra.
Confirmar tem de ser um botão, não um hieróglifo
Um botão largo com «Sim, vou» e «Não posso» faz mais do que um visto minúsculo a um canto: o dedo de um convidado de 80 anos não aponta fino. Poucas perguntas, uma por dado — nome, quantos vêm. Cada campo a mais é uma razão para deixar a confirmação para amanhã. As respostas aparecem numa lista dentro do próprio convite, ordenada, sem andar atrás de ninguém por mensagem. E se mudarem a hora, o sítio ou o código de vestuário na semana antes, o link é o mesmo e todos veem a versão nova. Espreita o catálogo com esta lente.



