Casamentos
Convite digital de casamento: 5 erros se chover
Um convite digital de casamento sem plano de chuva enche-te o telemóvel de mensagens. Vê os 5 erros a evitar e como editar o mesmo link depois de enviar
Send The Joy · 29 de outubro de 2026 · 4 min de leitura

Faltam duas horas para a cerimónia, o céu fecha-se e o casal tem vinte conversas abertas ao mesmo tempo. Todos perguntam a mesma coisa: «então e agora?». O problema não é a chuva. São os erros no convite digital de casamento se chover, que aparecem em quase todas as festas ao ar livre. Podes criar e enviar o teu hoje mesmo a partir do catálogo, com o plano B já escrito.
Um convite digital não é um cartão que já seguiu para o correio. É uma página que continua a ser tua depois de a enviares: mudas o sítio, o mapa e a hora, e quem abrir o link vê a versão de agora. O que não se resolve sozinho é aquilo que nunca lá escreveste.
Erro 1: não escrever «se chover» no convite digital de casamento
Guardar a frase para a véspera obriga-te a responder a cada pessoa por separado, sempre com o mesmo texto. Um bloco fixo — «Se chover: salão coberto, entrada pela porta lateral, à mesma hora» — mata a maior parte das perguntas antes de nascerem. E não chega dizer que há uma tenda. Diz o que muda (sítio, acesso, calçado) e o que fica igual (hora, cerimónia).
- Um bloco «Se chover» com o sítio coberto, a entrada certa e a hora real, escrito na própria página.
- O mapa e a morada atualizados na mesma cena, e não num ficheiro à parte que ninguém abre.
- Uma frase sobre calçado e casaco, não só «traje elegante».
- O texto revisto no contador de caracteres, para não aparecer cortado no telemóvel.
Erros 2 e 3: resolver a chuva só pelo WhatsApp e deixar hora e acesso a meio
Um áudio a dizer «afinal é no pavilhão» perde-se entre fotos e mensagens de bom dia. Quem chega mais tarde não o encontra, e quem não tem o teu número fica a olhar para uma porta fechada. Se a informação vive no link, abre-se o link e está lá. O mesmo vale para a hora: «por volta das seis» gera mais mensagens do que um casamento com sol.
Depois há o calçado. Salto alto em relva molhada é uma queda à espera de acontecer, e ninguém pensa nisso quando escolhe o que veste. Uma linha como «relva molhada: salto grosso ou sapato raso, e um casaco para a noite» ajuda mais do que três parágrafos sobre a decoração. Ajusta também a entrada: se o acesso ao espaço coberto muda, escreve o nome da porta, não «a entrada habitual».
Erros 4 e 5: não testar o link nem o QR e atualizar tudo à última hora
Antes de enviares, abre o link em dois telemóveis diferentes e com dados móveis, não só no Wi-Fi de casa. Confirma que o mapa abre e que o botão de confirmar se toca com o polegar. Se imprimires algumas cópias para quem gosta de guardar, escreve o link por extenso ao lado do QR: uma câmara com pouca bateria não devia deixar ninguém de fora. E se o plano mudar no próprio dia, atualiza a página nesse momento — é isso que evita cinquenta mensagens iguais às sete da tarde.

A chuva estraga a relva, não a festa. O que estraga mesmo é um convite desatualizado no bolso de cada convidado.
Como criar convites digitais de casamento com plano B se chover
Escolhe um design na coleção, escreve o bloco «Se chover» com o sítio, a entrada e a hora, e publica. Custa 29,99 EUR por convite, num pagamento único, e podes experimentar grátis antes de pagar: no modo de teste editas a capa, e ao comprar desbloqueias todas as cenas. Depois de enviado, o link continua o mesmo — mudar o mapa, o traje ou a hora não obriga a reenviar nada. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e os convidados abrem tudo no navegador, sem instalar nenhuma app. Se o plano B vai mudar em cima da hora, trata disso hoje: o mesmo link serve para todos.



