Casamentos
Convite digital de casamento barato: o que se paga
Um convite digital de casamento barato não é o que custa menos, mas o que não te obriga a reimprimir. Vê o que pagas uma vez e o que fica de fora
Send The Joy · 26 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Estão os dois a rever a lista de convidados no portátil. Cada nome novo é mais um envelope, mais um selo e mais uma ida aos Correios. É aqui que um convite digital de casamento barato muda a conta: vocês escolhem um design no catálogo, personalizam a página e podem enviar o link hoje mesmo, sem passar por gráfica.
O ponto não é gastar menos por gastar. É perceber o que se paga uma vez, o que se deixa de pagar e o que continua a ser necessário —um telemóvel, tablet ou computador com ligação para abrir a página.
Quanto custa um convite digital de casamento barato
O preço é 29,99 EUR por convite, num pagamento único. Não há mensalidade nem subscrição. No modo de teste, editam a capa sem pagar; quando compram, desbloqueiam todas as cenas do convite. A página não é um PDF nem uma imagem: é um site próprio, com cenas encadeadas que se abrem ao deslizar o dedo. Podem usar até seis fotos, escolher a capa e substituir qualquer imagem mais tarde. O conteúdo do convite também pode ser configurado por idioma, incluindo português.
- O design, a edição no Joy Studio e a publicação entram no mesmo pagamento. O editor abre no navegador, sem instalar nada, e mostra a pré-visualização à medida que escrevem.
- O preço é por convite, não por pessoa: o mesmo link pode ser enviado a toda a lista, sem custo por convidado.
- Ficam de fora apenas o telemóvel, o tablet ou o computador e a ligação à internet —coisas que o convidado já usa para abrir o link.
- Não é preciso reenviar nada: depois de publicado, podem alterar textos, hora, local, código de vestimenta ou foto e o link mantém-se o mesmo.
Cada convidado a mais: o que muda nos convites digitais de casamento baratos
No papel, 90 convidados são 90 impressões, 90 envelopes e 90 selos. O orçamento sobe com cada nome que acrescentam à lista. E se a lista crescer depois do pedido à gráfica, voltam a pagar para imprimir mais cartões. Cada alteração de última hora é uma nova tiragem. Uma vírgula fora do sítio pode custar uma segunda tiragem.
Com um convite digital, esses mesmos 90 abrem a mesma página no telemóvel. Não há tiragem mínima nem cópias a mais numa gaveta. Um primo que confirma tarde recebe o link e abre a página atualizada, sem pedirem um cartão extra nem escreverem a morada à mão. As confirmações chegam numa lista ordenada dentro da própria página, com as perguntas que configurarem; não têm de reconstruir o RSVP a partir de vinte conversas. Cada convidado abre no navegador, sem instalar app.

O convite digital não se paga por envelope: paga-se uma vez e o link continua o mesmo até ao último baile.
Mudar a data ou o local: o que evitas com um convite digital
Se a cerimónia mudar de hora, alteram no editor e o link não muda. Se o banquete mudar de sítio, atualizam o mapa e quem abrir o link vê o lugar certo, mesmo que o WhatsApp seja da semana passada. Uma gralha num apelido corrige-se sem reimprimir nada. Se alguém quiser guardar o convite, a solução sensata é o link para todos e umas poucas cópias impressas para quem as for guardar. Não há papel para reimprimir nem envelopes para repetir. Criam o vosso convite digital no catálogo, testam a capa com os vossos nomes e enviam hoje. Quem abrir só precisa de um telemóvel, tablet ou computador com ligação —não há app para instalar.



