Halloween
Convite digital de casa assombrada num piso pequeno
Um convite digital resolve a casa assombrada num piso pequeno: hora na capa, lugar com mapa e confirmações na mesma página. Podes criá-lo e enviá-lo hoje
Send The Joy · 18 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três dias para o Halloween e o grupo da família já tem três horas diferentes para a mesma festa. A sala tem 40 m², cabem catorze pessoas de pé e o cão vai ter de passar a noite no quarto. É aqui que um convite digital de casa assombrada para um piso pequeno resolve o assunto: escolhes um design no catálogo, escreves a hora, o lugar e o que se passa lá dentro, e envias o link hoje mesmo.
O que se segue são os textos que vale a pena reescrever quando a festa é num apartamento, quanto custa um convite destes e como ficar a saber quem vem sem andar a perseguir ninguém por mensagem.
As melhores ideias de convites digitais de casa assombrada para um piso pequeno
Os modelos trazem textos de casa assombrada a sério: portões, escadarias e frases de «entra, se tiveres coragem». Num apartamento com um elevador antigo e um vizinho que se deita às dez, isso não chega. O convite tem de dizer o andar, a hora a que a porta abre e onde se deixam os casacos. Não é preciso inventar tudo de novo: são três ou quatro campos que se mudam e ficam a funcionar.
- Rótulo da capa: «3.º andar, porta às 19h00». O campo é um só e tem contador de caracteres, por isso não rebenta com o ecrã.
- Frase do umbral: troca o «entra, se tiveres coragem» por «a porta abre às 19h00 e fecha quando as velas acabarem».
- Campo de lugar: rua, número, andar e porta, mais o mapa. Acaba a ronda de mensagens a perguntar se é o 3.º A ou o 3.º B.
- Duas fotografias que façam o trabalho: uma da sala decorada e outra do portal com teias. Dá para carregar até seis e encaixam-se sozinhas na moldura.
Quanto custa um convite digital de Halloween
Custa 29,99 EUR, pagamento único, sem subscrição. Antes de pagar, o modo de teste deixa-te editar a capa à vontade: escreve o rótulo mais comprido que consigas, mete o nome do prédio e a hora, e olha para a vista prévia. Um rótulo que no computador parece curto fica apertado num ecrã de telemóvel, e é melhor descobrires isso agora do que depois de enviar.
Ao comprar, desbloqueias todas as cenas do convite e publicas com um botão. A partir daí, mudar a hora, o lugar, o mapa, o código de vestimenta ou uma frase não obriga a reenviar nada: o link é o mesmo e os convidados veem a versão nova. Podes subir até seis fotografias tuas — a sala decorada, o portal com teias, a mesa — e o conteúdo pode ser configurado em português, espanhol, inglês, catalão, francês, italiano ou alemão.

Num piso pequeno, a hora certa na capa evita dez mensagens no grupo da família.
O que dizer aos convidados sobre o que trazer
Se a ideia é «não tragam nada», escreve isso mesmo: «nós pomos as velas, o ponche e os doces». Se alguém insistir, dá-lhe uma tarefa concreta e barata: um saco de gomas para a tigela da entrada. Se houver crianças, uma linha a dizer que os doces estão ao lado da porta e que há uma manta no sofá para quem tiver frio resolve mais do que qualquer instrução. As confirmações chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e as perguntas do formulário são configuráveis — quem vem e quantos são bastam. Escolhe o design, reescreve estes textos e envia o link esta tarde; se amanhã decidires que o ponche é às 20h00, editas e ninguém tem de receber nada de novo.



