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Convite digital de bem-vinda a casa: um link abre a porta
Um convite digital de bem-vinda a casa transforma a primeira visita num momento que se espera, não numa mensagem solta no WhatsApp. Vê como escolher o modelo e o que contar em cada cena
Send The Joy · 26 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Mandaste a mensagem ao grupo: «já estamos na casa nova, aparece quando quiseres». Quatro pessoas responderam com um polegar. Duas apareceram no sábado errado. Uma trouxe um bolo e não havia onde o pôr. A porta estava aberta, mas ninguém sabia a que horas, nem o que levar, nem se ficava para jantar. Um convite digital de bem-vinda a casa resolve isto: escolhes um modelo no catálogo, pões as tuas fotos, escreves a hora e envias o link hoje mesmo.
A diferença não está no design. Está em que o convite é uma página com hora, lugar, mapa e uma lista de confirmações — e não uma mensagem que se perde entre áudios e stickers.
Antes do modelo, a história da casa
Nenhum modelo sabe o que a tua casa tem de especial. Escreve primeiro três linhas numa nota do telemóvel: o que queres que o convidado veja ao abrir o link. O degrau da entrada, a cozinha onde cabem todos de pé, a varanda com duas cadeiras. Essas três linhas são o guião das cenas do convite.
- Uma nota de três linhas com a história da casa, escrita antes de abrires o editor.
- Uma foto de capa real: a porta, o portal ou a janela de que mais gostas.
- A hora exata de início e de fim, escrita em números.
- Uma frase que diga o que levar — ou que não é preciso levar nada.
O que um convite digital de bem-vinda a casa deve levar
Os dados com campo próprio: rótulo («Bem-vinda a casa»), nomes, data, frase e lugar, com contador de caracteres para não passares do espaço e vista prévia ao momento. Se mudares a frase depois de enviar, quem abrir o link vê a versão nova — o link é sempre o mesmo.
Até seis fotos tuas, uma delas marcada como capa; encaixam-se sozinhas na moldura e podes trocar qualquer uma mais tarde. E um RSVP claro: confirma até tal dia, com as perguntas que configurares. As respostas chegam numa lista ordenada dentro do próprio convite, sem andares a perseguir ninguém por mensagem.

Uma casa nova não tem morada conhecida nem costume. O convite é o que diz às pessoas a que horas bater à porta.
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Três caminhos que funcionam. Um modelo cálido, de bairro, com fundo creme, letra de mão e a fachada na capa — para prédios com história e vizinhos que se conhecem. Um modelo sóbrio, de luz, com fotos grandes de janelas e uma única frase — para casas novas onde o que se mostra é o espaço ainda vazio. E um de sobremesa, com tons tostados e uma cena de jantar comprido — para quem vai cozinhar e quer que a gente fique. Podes filtrar a coleção por estilo e provar grátis em modo de teste: editas a capa sem pagar, e só ao comprar se desbloqueiam todas as cenas.
Preço, mudanças de última hora e o dia depois
29,99 EUR por convite, pagamento único e sem subscrição: não há custo por convidado nem por reenvio. Publicas com um botão e as respostas começam a chegar. Se a hora mudar, se o número do portal estiver errado ou se o traje for outro, editas e os convidados veem a versão atualizada sem receberem nada de novo. É digital: não imprime nem envia papel. Se alguém quiser guardar, a opção sensata é combinar — link para todos e umas poucas cópias impressas para quem as for arquivar.
Escolhe o modelo, troca as fotos, escreve as três linhas da casa e publica. Depois manda o link ao grupo, com a hora escrita em números e o que cada um deve trazer. Quando alguém perguntar a que horas é, a resposta já está a caminho — e a porta abre-se muito antes de alguém tocar à campainha.
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