Casamentos
Convite de casamento com acompanhante: o erro das duas mesas
Um «e acompanhante» posto no lugar errado convida quem não conhece e desarruma mesas e orçamento. Estes são os três erros e a forma de os fechar com um RSVP bem feito.
Send The Joy · 7 de outubro de 2026 · 3 min de leitura

Faltam três dias para o casamento. Chega uma mensagem: «Afinal levo o meu irmão, há problema?» O número já foi dado ao catering, a mesa 7 está fechada e o plano de lugares está impresso. É aqui que se vê o que um convite de casamento com acompanhante mal escrito custa: uma cadeira, um prato e, se a mesa já estiver cheia, duas pessoas a mudar de lugar à frente de todos.
O problema não é o irmão. É a frase «e acompanhante» impressa na capa. Enquanto ela estiver lá, quem decide quem se senta à mesa é quem recebe o convite.
O «e acompanhante» decide por você quando ninguém o controla
Escrever «e acompanhante» no cabeçalho é passar a decisão para a frente. Quem o lê pode aparecer com a namorada, com um primo ou sozinho, e quem convida só descobre quando o número já está fechado.
- No título do convite vão nomes completos: «Marta e Luís», nunca «Marta e acompanhante».
- O lugar do acompanhante pede-se na confirmação de presença, não se imprime no convite.
- Uma caixa só com «Vens? Sim / Não» não diz com quem: serve para contar pessoas, não para montar mesas.
- Um campo livre onde se escreve «vou com dois» deixa quem convida a adivinhar se são dois adultos, um adulto e uma criança ou duas pessoas diferentes.
Convite de casamento com acompanhante: os três erros que enchem duas mesas
«Ana e acompanhante» soa cordial na capa, mas na hora dos lugares ninguém sabe se aquela cadeira leva um nome ou dois. Um nome copiado a meio — «Marta» em vez de «Marta e Luís» — nota-se à mesa: o acompanhante aparece, não há prato para ele e alguém acaba sentado com os primos. Do outro lado, um formulário que aceita qualquer resposta também não ajuda: sem perguntar quem vem e quantos são, metade das respostas não serve para montar mesas nem para contar pratos.
Há ainda o erro de contar convites em vez de pessoas. Enviar 60 convites não dá 60 lugares: podem ser 60, 90 ou 120, e esse número pede-se com semanas de antecedência. «Os Garcia» podem ser dois ou cinco. Sem um campo por pessoa, a mesa das crianças monta-se às cegas. E quem não encontra onde escrever o nome do acompanhante raramente pergunta: ou vem sozinho, ou avisa no próprio dia, no grupo da família.

No convite escreve-se o nome de quem convidas. Com quem vem, responde-se na confirmação.
O campo obrigatório que fecha os três erros
Num convite digital, a capa lê-se com o mesmo cuidado e a confirmação de presença vem logo a seguir. Ao configurar as perguntas de confirmação, o nome do acompanhante deixa de ser uma suposição: as respostas chegam dentro do próprio convite, numa lista ordenada, e vê-se quem vem, com quem e quantos, sem andar atrás de respostas no WhatsApp. Se um acompanhante mudar à última hora, edita-se o texto, a hora ou o lugar e o link continua o mesmo: os convidados veem a versão atualizada sem reenviar nada. Dá para experimentar grátis — escolha um design e edite a capa sem pagar antes de decidir.



