Casamentos
7 ideias para um convite de casamento que não se parece com nenhum outro
O convite chega antes do ramo e antes do menu. Sete decisões — voz, foto, cor, data e primeira mensagem — fazem notar que são vocês.
Send The Joy · 29 de setembro de 2026 · 2 min de leitura

O convite chega antes do ramo, antes do menu e antes de alguém discutir o lugar da tia. É o primeiro sítio onde se decide se este casamento se parece convosco ou com um que já se viu vinte vezes. Não começa pela tipografia. Começa pela frase que diriam a um amigo, de pé, sem papel.
Um convite genérico reconhece-se logo: nomes numa letra decorativa, uma data em algarismos e um «vamos casar» que qualquer casal podia assinar. Não está mal escrito. Está vazio. O vazio enche-se com um pormenor que só existe na vossa história.
Comecem pela forma como falam
Leiam o texto em voz alta. Se soa a cartão de loja, reescrevam-no. O tom pode ser formal e continuar a ser vosso. Guardem uma frase que já digam um ao outro e ponham-na onde iria um slogan. O lugar, a hora e como chegar podem ser claros e curtos.
- Uma frase que já digam, não um slogan
- A data escrita como a diriam
- Uma foto que não podia ser de outro casal
- Uma cor que já esteja no ramo, no fato ou na mesa
A foto e a cor fazem o resto
A foto não tem de ser o retrato do fotógrafo. Um perfil ou umas costas dizem mais do que a pose de estúdio, porque não tentam provar que estão apaixonados. Se a foto podia ser de outro casal com a mesma luz, mudem-na.
A cor vem depois, e convém que já exista nalgum sítio do casamento: o ramo, o fato, a toalha. Uma só cor, repetida com calma, reconhece-se antes de um alfabeto raro. A letra acompanha.

Se o convite podia ser de outro casamento, ainda não é o vosso.
A primeira mensagem também é desenho
A mensagem com que enviam a ligação é a primeira linha, e quase ninguém a desenha. Uma frase vossa, a data dita como a diriam e um fecho que pede resposta transformam o envio no primeiro brinde. Se o convite podia ser de outro casamento, ainda não é o vosso.



